De acordo com a informação divulgada pelas autoridades gregas, estão em causa 598 migrantes, que foram detidos enquanto tentavam alcançar três ilhas gregas através da costa turca.

Após a detenção, estes cidadãos — cuja nacionalidade não foi revelada, tendo sido apenas indicado que são oriundos de vários países da Ásia e da África, sem incluir iraquianos ou sírios — foram depois encaminhados de barco para o porto de Kavala e seguiram depois de autocarro para um campo de refugiados na Salónica, no norte da Grécia, perto da fronteira com a Bulgária.

Estes migrantes foram colocados em tendas e estão impedidos de sair do campo, aguardando deportação.

À chegada a este local, os médicos da Cruz Vermelha mediram a temperatura corporal e fizeram perguntas sobre eventuais gripes, indicaram as autoridades gregas, sem dar conta do estado de saúde dos migrantes.

A Grécia intensificou os controlos das suas fronteiras e suspendeu os pedidos de asilo em março passado, na sequência do anúncio feito pela Turquia de que iria abrir as suas fronteiras para deixar passar migrantes e refugiados, numa tentativa de pressionar a União Europeia.

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