Numa entrevista ao canal TF1, o primeiro-ministro disse que se manterá em vigor o certificado de vacinação em instituições médicas, como hospitais, e lares de idosos, bem como a obrigação de vacinação que se aplica aos cuidadores.

“A situação está a melhorar graças aos nossos esforços coletivos, graças às medidas que tomámos (..), estão reunidas as condições para uma nova fase de flexibilização das medidas”, justificou o chefe do Governo.

A vaga de infeções pelo coronavírus que provoca a covid-19 registada durante os primeiros meses do inverno está em declínio há várias semanas, segundo os dados oficiais.

O número de novos casos de contaminação situou-se na quarta-feira em 53.152, contra mais de 70.000 há uma semana, e a pressão também está a diminuir nos hospitais.

A covid-19, doença respiratória provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 na China, provocou pelo menos 5.952.685 mortos em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

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