A notícia é avançada pelo Público. O jornal refere que, desde o início da pandemia, já foram atribuídas 509 mil baixas a 310 mil pessoas – quase 7% da população empregada – depois de terem ficado doentes com covid-19. A medida custou 107 milhões de euros ao Estado. Os dados foram facultados à publicação pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e reportam até 22 de junho.

Os subsídios por doença covid-19 destinam-se “aos trabalhadores que exercem atividade por conta de outrem, aos trabalhadores independentes, aos membros de órgãos estatutários e aos trabalhadores do serviço doméstico” que fiquem impedidos de trabalhar devido à doença, segundo refere o site da Segurança Social. O apoio é pago a 100% (da remuneração) durante um período máximo de 28 dias, “ao qual é descontado o período de isolamento profilático, se tiver existido”.

De acordo com a publicação, que cita resposta do ministério, os 509 mil subsídios por doença covid-19 atribuídos desde o início da pandemia explicam-se pelo facto de uma pessoa poder “pedir mais do que um requerimento desta prestação, por exemplo se beneficiar da prorrogação da baixa”.

O auge dos pedidos coincidiu com o pico da terceira vaga da pandemia, em janeiro. Nesta altura, com um grande número de casos positivos, foram feitos “cerca de 156 mil pedidos” de subsídio de doença por covid-19.

Já o número de baixas por isolamento - atribuídas a pessoas que tiveram contactos de risco e que por isso têm indicações para ficarem isolamento profilático - o auge dos pedidos registou-se no mês de fevereiro, com 150 mil pedidos, de acordo com os dados do Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP). Em Janeiro foram feitos 96.381 pedidos de baixa por isolamento.

No total, foram atribuídas 384.640 baixas por isolamento do próprio (após contacto de risco) e 91.078 para cuidar de um descendente.

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