A medida vem juntar-se a uma crescente lista de governos estaduais e locais e de grandes empresas que adotaram duras medidas contra o surgimento da variante delta e que também pretendem contrariar os resistentes à vacinação.

A gigante agroalimentar Tyson Foods anunciou que vai exigir aos seus cerca de 120.000 empregados que se vacinem nos próximos três meses, tornando-se numa das maiores empresas de trabalhadores da linha da frente a adotar esta medida.

Em paralelo, cerca de 150.000 trabalhadores, sindicalizados nos três grandes fabricantes de veículos, têm de voltar a usar máscara nas instalações fabris a partir de quarta-feira.

“O objetivo consiste em convencer todos de que chegou o momento. Se queremos deter a variante delta, chegou o momento. E isso significa vacinação a partir de agora”, justificou Bill de Blasio, presidente da câmara municipal de Nova Iorque, ao anunciar as novas medias agressivas que vão entrar em vigor em meados de agosto.

No estado de Nova Iorque também vão passar a ser aceites certificados de vacinação como prova da inoculação.

Os casos de covid-19 nos Estados Unidos aumentaram seis vezes em julho, para uma média de 85.000 infeções diárias, um nível que não se registava desde meados de fevereiro. Nas duas últimas semanas as mortes também aumentaram diariamente de 254 para 386.

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