Itália

A Itália contabilizou hoje 289 novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas, o que aumenta o número total para 246.776 infeções desde que começou a emergência sanitária no país a 21 de fevereiro, informou a Proteção Civil.

Nas últimas horas morreram seis pessoas, num total de 35.129 óbitos.

Foram realizados 56.000 testes, face aos 48.000 de terça-feira, um número distante dos 70.000 diários que o país realizava quando a curva de transmissão não estava controlada.

Além disso, existem hoje 12.616 casos positivos e foram curados 275 desde terça-feira.

As regiões de Basilicata e Úmbria são as únicas que não relataram novos contágios, enquanto a região que mais sofreu foi a Lombardia (46), seguida por Véneto (42) e Lácio (34).

Nesta última região, cuja capital é Roma, começaram a ser feitos a partir de hoje testes voluntários à covid-19 em viajantes da Roménia, Bulgária e Ucrânia que chegaram a uma estação de autocarros na capital italiana.

“Sabemos que metade dos casos que temos na região de Lácio são importados, então temos que trabalhar para tentar limitar ao máximo a possível propagação do vírus”, explicou o conselheiro de Saúde local, Alessio D’Amato.

O governo italiano vai prolongar o estado de emergência nas próximas horas até 15 de outubro, para poder gerir a crise “mais eficazmente”, depois de uma proposta sua nesse sentido ter sido votada por maioria pelo parlamento hoje, apesar da oposição dos partidos de direita.

Reino Unido

Reino Unido registou mais 83 mortes de covid-19 e 763 casos de infeção nas últimas 24 horas, anunciaram as autoridades de saúde britânicas.

Durante a pandemia de covid-19, o país somou até agora 45.961 mortes e 301,455 casos de contágio confirmados.

Na segunda-feira o Reino Unido tinha registado 119 mortes e 581 novos casos.

As cidades de Leicester, Bradford e Blackburn são aquelas com surtos mais graves, tendo sido introduzidas algumas restrições, mas sem necessidade de confinamento total.

Hoje, a decisão do governo britânico de instruir os hospitais ingleses a dar alta a cerca de 25 mil de idosos, que regressaram às respetivas casas de repouso sem saber se tinham estavam infetados com o novo coronavírus foi considerada “imprudente” e “terrível” pela Comissão parlamentar das Contas Públicas.

Num relatório publicado hoje, os deputados disseram que a decisão é um exemplo da abordagem "lenta, inconsistente e às vezes negligente" do governo durante a pandemia relativamente ao setor do apoio social.

Os hospitais de Inglaterra foram instruídos a dar alta aos pacientes a 17 de março, mas só no final de abril é que o governo disponibilizou testes para todos os residentes e funcionários dos lares de idosos.

O Reino Unido tem o maior número oficial de mortes pelo novo coronavírus na Europa, e o terceiro maior a nível mundial, atrás dos EUA e Brasil.

Porém, o número verdadeiro já ultrapassou os 55 mil se forem contabilizados os casos cuja certidão de óbito tem referência à covid-19, mas que não foram confirmados por teste, muitos dos quais em lares de idosos.

Entretanto, o governo britânico anunciou hoje ter assinado um acordo com as farmacêuticas GlaxoSmithKline e Sanofi Pasteur para a compra de 60 milhões de doses de uma potencial vacina contra o coronavírus a ser lançada no primeiro semestre do próximo ano.

Este é o quarto contrato que o governo britânico assinou para a aquisição de possíveis vacinas contra o novo coronavírus, tendo garantido até agora 250 milhões de doses.

Espanha 

O Ministério da Saúde espanhol registou hoje 1.153 novos contágios de covid-19 nas últimas 24 horas, aumentando o número total para 282.641, e nove mortes na última semana.

Aragão, com 424 novos casos, Catalunha (211) e Madrid (199) são as comunidades que mais contribuíram para o aumento superior a mil novas infeções nas últimas 24 horas, segundo comunicou a Saúde.

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