Na sexta-feira foi confirmado o caso de infeção de um italiano que voltou de Milão a 25 de fevereiro e foi hospitalizado no estado de Lagos.

A identificação deste caso precipitou os nigerianos na procura de produtos de higiene e proteção, como máscaras, desinfectantes e luvas de latéx, e a um aumento dos preços por parte dos fornecedores.

"Essa prática pouco habitual e irracional, de aumentar excessivamente o preço dos produtos, de forma arbitrária (...) viola os códigos morais e as leis existentes", lamentou aquela comissão de direitos de consumidores.

Com 190 milhões de habitantes, a Nigéria é considerado um país vulnerável à propagação do vírus devido ao frágil sistema de saúde e à elevada densidade populacional.

A epidemia de Covid-19 provocada por um novo coronavírus, detetado na China no final do ano, já infetou 85.203 pessoas, das quais morreram 2.921, segundo as autoridades dos 60 países e territórios afetados.

Das pessoas infetadas, mais de 36 mil recuperaram.

No continente africano foram identificados apenas três casos de infeções, no Egito, na Nigéria e na Argélia.

A Organização Mundial de Saúde declarou o surto de Covid-19 como uma emergência de saúde pública internacional e aumentou o risco para "muito elevado".

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