O pró-reitor e presidente da Comissão Covid-19 da UMinho, Paulo Cruz, disse à Lusa que aquele formulário deverá estar disponível “nos próximos dias”, na intranet e no portal académico, “com total proteção de dados”.

“Um membro da comunidade académica que esteja infetado pode dizer onde esteve, que departamentos da universidade frequentou, com quem andou, quando deu positivo, fornecendo-nos assim informações importantes para acompanharmos a evolução da situação e tomarmos medidas de mitigação”, referiu.

O mesmo membro terá, depois, oportunidade de ir atualizando a informação.

“É uma ferramenta que nos vai permitir ter uma noção mais exata de como estão a correr as coisas e, eventualmente, identificar focos de contágio”, acrescentou Paulo Cruz.

O formulário estará disponível, “o mais tardar”, no início da próxima semana.

Segundo Paulo Cruz, a Universidade do Minho registou, desde o início do ano letivo, 52 casos de infeção por SARS-CoV-2.

“São números totais, alguns já estão curados”, sublinhou.

Aquele responsável adiantou que, até agora, “não se registou qualquer surto” na academia, estando a situação epidemiológica “controlada”.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 41,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.245 pessoas dos 109.541 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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