Portugal pode ser um país pequeno, mas sempre foi prodigioso em imaginação. Provam-no Mal Julgado ou Três Freiras, em Mértola, Domingão ou Cansado, em Ponte de Sor, Nunca Pensei ou Vá, em Santiago do Cacém, todas terriolas a sul do país. A norte ficam Pimenta ou Piloto, em Arouca, Paitorto, em Mirandela, ou Benlhevai, em Vila Flor, entre tantas cuja história fica por contar.

Quem ainda não passou por sítios como Endiabradas (Odemira), Aldeia das Mulheres (Sertã), Inferno (Santiago do Cacém), Pardieiro (Terras de Bouro) ou Papa Leitinho (Mértola) não viu nada.

O território continental tem pouco mais de 92 mil quilómetros quadrados; um país com 18 distritos e duas regiões autónomas: 308 concelhos, 3.092 freguesias onde cabem autênticos tratados de anatomia - Ancas, Nariz, Olho, Boca, Pestana, Barba Torta, Perna de Pau -, de gastronomia – Biscoitos, Pimenta, Espargo, Escalfado, Guizado, Açorda -, de zoologia – Focinho de Cão, Boi Morto, Cabeça de Galinha, Patachoca, Mosca, Rabo de Peixe - e até de... fazer corar um camionista: Cabrão, Rego, Passarinhas, Picha, Brochas, Vale da Rata, Bico ou Sítio do Buraquinho.

Muitos destes locais são dignos de visita, ainda que haja quem os esconda até no currículo e jamais confesse por lá ter morado. O SAPO24 foi saber a origem de nomes que podem ter tanto de divertido como de embaraçoso, e conta a história dos lugares que, além de uma gargalhada, podem ser motivo para uma escapadinha de fim-de-semana.

Avô (Oliveira do Hospital, Coimbra)

Dizem os historiadores e os entendidos na matéria que o nome vem da expressão "a vau". De facto, Avô está situado na margem do rio Alva e, então sem ponte para fazer a ligação para o castelo, era necessário atravessar o rio a vau (a pé ou a cavalo). Uma outra explicação, esta menos plausível, é o foral dado a D. Urraca de Castela, Rainha de Portugal: a Quinta do Avô. A freguesia de Avô é conhecida pela sua beleza e procurada pela praia fluvial formada pelo rio Alva e pela ribeira de Pomares, junto à ilha do Picoto, onde existe também um parque de merendas. Outro ponto de interesse é a casa do século XVI do poeta e capitão de infantaria Brás Garcia de Mascarenhas. Ali bem perto de Avô outro lugar de nome estranho: Rapada. O nome é antigo e a história que lhe terá dado origem também. Conta-se que num dia de sorte uma varina terá vendido todo o peixe que carregava, canastra e tudo. Ficou sem nada, rapada. A terra tem desde há poucos anos, além do fresquíssimo peixe do Alva, uma marca de cerveja artesanal que está a fazer sucesso, a "Rapada", e que este ano ganhou uma medalha de ouro e outra de prata.

Filha Boa (Carvoeira, Torres Vedras)

Fica em Torres Vedras, na freguesia da Carvoeira, e tem pouco mais de 40 habitantes, um cruzeiro e uma fonte. Filha Boa era o apelido de António, um homem que ali se fixou e foi adquirindo terras, acabando por dar nome à povoação. Os aficionados de trekking garantem que o local tem óptimas trilhas e é ideal para caminhadas. E é caminhando que vamos descobrindo outras histórias lá para aqueles lados, como a da aldeia de Nossa Senhora da Glória, bem perto, que nem sempre se chamou assim. Antes de tudo era Panasqueiro, devido a uma erva comum que cresce na região, o panasco. A verdade é que ninguém parecia querer morar num sítio chamado assim ou pelo menos tornava-se difícil admitir perante os amigos e colegas de trabalho viver no Panasqueiro. Por isso, em 1937, e por iniciativa de José Maria Baltazar, a terriola foi rebaptizada e acabaram-se a confusões.

Mulher Morta (Nossa Senhora das Misericórdias, Ourém)

Atenção que existe Mulher Morta na freguesia de Mexilhoeira Grande, em Portimão. Não é dessa que falamos. O lugar de Mulher Morta é povoado por uma lenda: em tempos um cavaleiro enamorou-se de uma jovem residente da aldeia, que correspondeu ao seu afecto. O pai da rapariga, contudo, não aprovou este amor. Certo dia, numa tentativa de fuga para junto do amado, a rapariga saiu de casa correndo pela rua fora e o pai, enfurecido, perseguiu-a e arremessou-lhe uma enxada, que lhe ditou a morte. Os vizinhos, afectados pela tragédia, sepultaram a moça no local onde perdeu a vida e ergueram um cruzeiro. O local tem diversos pontos de interesse, entre eles as calçadas históricas da vila medieval de Ourém (monumento nacional), que integram o circuito turístico do centro histórico da cidade.

Triste Feia (Milagres, Leiria)

A freguesia de Milagres foi criada a 24 de Junho de 1750 e composta por treze lugares. Mais tarde juntaram-se a estes nove novos lugares, entre os quais Triste (Feia foi o adjectivo que o cónego Lacerda acrescentou ao local e que ficou até hoje). Actualmente a freguesia tem perto de 3 mil habitantes - na altura das invasões francesas tinha pouco mais de mil, tendo ficado reduzida a metade. Um milagre (ou talvez não) parece ser a capacidade das gentes da região para encontrar nomes fora do vulgar. Só a freguesia tem Casal do Pilha, Mata dos Milagres e Pingarelhos. Mas ali para os lados de Leiria existem muitos mais, de Amor a Poesia, passando por Engenho, Prazo ou Brejeiras.

Beco do Olho do Cu (Nespereira da Beira Alta, Gouveia)

Beco do Olho do Cu (e vamos repetir este nome várias vezes), é, na realidade, uma rua. Tomámos conhecimento da sua existência através de Alda Gonsalves, assim mesmo, com "s", que é de Leiria e escreveu um livro sobre a toponímia de Leiria. Falámos com ela para descobrir a origem de alguns nomes, mas o seu trabalho, explicou-nos, é um tudo nada diferente. E bem interessante, por sinal. Aconselhou-nos falar com os presidentes das juntas, o que até parece lógico, não fosse dar-se o facto de a maioria não fazer ideia da história dos locais onde vive ou das freguesias a que preside. Voltando ao Beco do Olho do Cu: esta rua, um beco, fica em Nespereira da Beira Alta, a terra do marido de Alda Gonsalves, em Gouveia. Quando mudou o presidente da junta, e todo o restante executivo, considerou-se que o nome Beco do Olho do Cu não dignificava a terra e numa das reuniões decidiu-se retirar o Cu, passando a rua a designar-se apenas Beco do Olho. Não durou muito tempo, porque passado uns dias, durante a noite, uns mariolas resolveram desenterrar o Cu, e meses depois desta guerra surda de tapa, destapa Cu, hoje lá continua o Beco do Olho do Cu.

Cai Logo (Melides, Grândola)

É um monte, na verdade, a nada mais do que isso. Muito íngreme, tão íngreme que quando o miúdo da família estava a aprender a dar os primeiros passos não se aguentava nas pernitas e caía. Deste modo, quando familiares ou amigos perguntavam se a criança já andava a resposta vinha pronta: "Cai logo". Na freguesia de Melides, e em toda a região, como explica o presidente da junta, António Abel, é muito comum a pessoas serem conhecidas pelo primeiro nome e depois o apelido ser substituído pelo local onde nasceram ou por algum facto ou factor característico. Por exemplo, o Quim do Guadiana, ou o Zé das Casas Altas. Ali em Melides também há Malsevê, não custa adivinhar porquê, ou a Boavista, um monte de alguém bem conhecido e que tem uma bela vista sobre a praia. Para que conste, existem mais dois Cai Logo, pelo menos: um em Monchique, outro em Odemira. Desconhecemos a história de ambos.

Muda (Guilhofrei, Vieira do Minho)

Era o local onde se trocavam os cavalos que vinham carregados de mercadorias. Era numa casa que ainda hoje existe à beira da estrada (embora já não seja a mesma), que animais e pessoas paravam para se refrescar e descansar antes de continuar o caminho de Braga para Cabeceiras de Basto, naquela que é hoje a Estrada Nacional 205 e que seria antigamente uma estrada principal, ainda que nada tenha a ver com a actual a não ser que se cruzavam a dada altura. Era a casa da Muda e Muda se manteve como o nome daquilo que é uma rua apenas. O presidente da junta de freguesia de Guilhofrei, José Fernando Sampaio de Castro, conta desses tempos existem as alminhas da Muda, com riacho que vai dar ao rio Ave. E uma zona de campos de cultivo, hoje ao quase toda ao abandono. Perto, ainda assim, a praia fluvial dos Carvalhos e um pólo de canoagem.

Várzea da Ovelha e Aliviada (Marco de Canaveses, Porto)

É uma espécie de dois em um, uma das 31 freguesias do concelho de Marco de Canaveses. O topónimo Várzea da Ovelha fica a dever-se ao vasto número de pequenas várzeas nas quais se criavam rebanhos de gado ovino, enquanto Aliviada pretende referir-se a uma terra de cultura. Antes de pertencer a Marco de Canaveses, era freguesia de Santo André da Várzea da Ovelha, no antigo concelho de Gouveia de Riba Tâmega, primeiro dos marqueses de Arronches, depois dos duques de Lafões. A união das freguesias terá ocorrido em 1834, mas a população fez questão de manter cada uma o seu santo: Sto. Andre e São Martinho. O que muita gente não saberá é que foi aqui que nasceu Carmen Miranda, a "Pequena Notável", e foi nesta freguesia que viveu até partir para o Brasil e depois para os Estados Unidos. Actriz e cantora, ainda hoje faz sambar muita gente ao som de músicas como "Pra você gostar de mim".

Rego do Azar (Santa Comba, Ponte de Lima)

A localidade tanto é conhecida por "Rego do Azar" como por "Rego do Azal". O nome vem do tempo de D. Afonso Henriques e das invasões. Era neste local que cavaleiros e cavalos se abasteciam de água e retemperavam forças. Até àquele dia de azar, em que apanhado de surpresa pelo inimigo, o exército sofreu enormes baixas. A batalha está assinalada por um nicho onde repousa o Senhor dos Aflitos, que alude às "alminhas" e que é hoje uma grande fonte de receita da confraria. São muitos os que lá vão rezar e garantem que as suas preces são ouvidas... Em tempos difíceis, quando o desespero aperta, aumentam os donativos em dinheiro. Este é ponto de paragem obrigatória para quem visita Ponte de Lima.

Deixa o Resto (Santo André, Santiago do Cacém)

Deixa o Resto é uma aldeia portuguesa localizada na região do Alentejo, pertencente à freguesia de Vila Nova de Santo André, entre Santiago do Cacém e a lagoa de Santo André, a cerca de quatro quilómetros do Badoca Safari Park. Reza a história que chegou ao local um homem pobre, que os populares tentaram ajudar como podiam. Levavam-lhe bens alimentares e outros produtos e, quando sobravam, diziam-lhe: "Deixa o resto". Este homem já não é vivo, mas a sua filha, com perto de 90 anos, e o neto vivem no Montijo. Deixa o Resto lá ficou até hoje e no lugar da mercearia e taberna de então existem hoje restaurantes como O Capote, especializado em pratos de carne de porco preto, e O Lídio, que serve a melhor enguia prateada da lagoa de Santo André.

Picha (Pedrógão Grande, Leiria)

Quem até hoje não foi ao Restaurante de Picha comer uma chanfana não sabe o que perde. Fica no piso inferior de uma habitação, à margem da EN2, e come-se bem por bom preço. O restaurante fica a escassos metros de Picha, uma localidade da freguesia do concelho de Pedrógão Grande, em Leiria. Mas este não é o único nome caricato no concelho. Venda da Gaita, Derreada, Cimeira ou Torneira são outros de um vasto leque. Não obtivemos grandes explicações para o aparecimento destes nomes, mas ficámos a saber uma curiosidade: é de Pedrógão Grande que são grande parte dos pisteiros (empresários de diversões) que andam pelas feiras de Portugal a montar carrinhos de choque, carrosséis e outras barraquinhas que tais. Está visto, gostam de festa.

Colo do Pito (Monteiras, Castro Daire)

Conta-se que o nome tem origem no latim: os romanos que invadiram e colonizaram a Península Ibérica acharam o lugar tão belo que lhe chamaram Colum Pictum, que significa Colina Pintada. Daí a Colo do Pito foi um pulinho. Hoje com menos de 200 habitantes, a aldeia tem no centro a capela de Nossa Senhora da Saúde. Colo do Pito fica situado na parte noroeste da Beira Alta, coração de Portugal, a cerca de 900 metros de altitude, na serra de Montemuro. Graças à sua localização, junto à EN2, a 10 km de Castro Daire e 20 de Lamego, teve sempre acesso facilitado aos mais diversos destinos e distribuía as malas do correio para Monteiras, Relva, Cujó e Almofada. Também chegou a haver distribuição de pão (trigo) para Vale Abrigoso e Várzea da Serra. Resta dizer que há mais Colo do Pito por este Portugal fora.

Imaginário (Caldas da Rainha, Leiria)

É o ponto mais alto de Caldas da Rainha, e dali se avistam todas as redondezas, da Nazaré a São Martinho, de tal forma que é possível avistar o mar a dez quilómetros de distância. O nome deve-se à fantástica paisagem que rodeia o local e que nos remete para o imaginário, como se só em sonhos fosse possível ver algo assim. No local, desde há perto de nove anos, existe um espaço dedicado à arte, cultura e lazer, implantado numa vasta área verde, com uma lagoa artificial, e que é denominado Jardim das Artes. No Imaginário existe ainda o restaurante de comida típica "A Adega do Albertino", onde a comida é bem real, mas os comensais podem dar asas à imaginação. Há outra Imaginário em Mesão Frio, Vila Real.

Romeu (Mirandela, Bragança)

Os turistas são atraídos pela beleza paisagística, mas também pelo afamado Maria Rita, um restaurante com serviço de grande qualidade e que serve, entre outras iguarias, uma sopa seca, açorda de espargos selvagens e bacalhau à Maria Rita, fazendo jus à comida regional transmontana. Mesmo ao lado, o Museu das Curiosidades expõe uma colecção particular de antiguidades, além de um sem número de objectos recolhidos por membros da família Menéres, mecenas de Vila da Feira, ao longo dos tempos. Entre estes, podem encontrar-se desde carros antigos - como um Ford T de 1909 -, a exemplos das primeiras máquinas fotográficas, bicicletas, biciclos, relógios, máquinas de costura, apetrechos de lagares de azeite e de vinho, carros de cavalos, grafonolas e uma das juke-boxes mais antigas do mundo. Não há Julieta que resista.

Montes da Senhora (Proença-a-Nova, Castelo Branco)

Montes da Senhora é uma freguesia portuguesa do concelho de Proença-a-Nova. Está situada num terreno acidentado, daí a sua toponímia. É uma povoação muito antiga, de fundação anterior à monarquia, provavelmente do tempo da denominação mourisca, segundo alguns dos estudiosos que a referem. E acrescentam que os vestígios existentes na serra do Chão do Galego, na gruta a que o povo sempre chamou Buraca da Moura, são prova cabal de tal filiação. Mas a investigação não convence todos. Durante um século pertenceu à freguesia de Sobreira Formosa, acompanhando o antigo concelho do apogeu à desagregação, em meados do século XIX. Em 1921 foi constituída em sede de freguesia, ficando com 540 fogos onde, calcula-se, vivem pouco mais de 2 mil almas.

Rio Cabrão (Arcos de Valdevez, Viana do Castelo)

Atenção: não confundir com Cabrões, em Santo Tirso, no Porto, tampouco com Cabrão, em Cepões, Ponte de Lima. Rio Cabrão é uma freguesia portuguesa do concelho de Arcos de Valdevez, com pouco mais de 100 habitantes e menos de três quilómetros quadrados. Em 1258, na lista das igrejas situadas no território de Entre Lima e Minho, elaborada por ocasião das Inquirições de D. Afonso III, São Lourenço de Rio Cabrão é citada como uma das igrejas pertencentes ao bispado de Tui, então denominada "Sanctu Laurentio". Esta é a primeira referência oficial à localidade de Rio Cabrão. Actualmente o local é ideal para passeatas a pé, de bicicleta ou de canoa e muito frequentado para a prática de turismo desportivo. Não há muito mais além da Igreja Matriz de Rio Cabrão e do próprio rio, mas as paisagens lindíssimas merecem a visita.

Ninho de Águia (Cercal, Ourém)

Nada a ver com futebol, só para deixar tudo claro desde o início. Reza a lenda que neste lugar havia um ninho habitado por uma águia de grande porte. Um dia, enquanto uma mãe lavava a roupa e se preocupava com os afazeres domésticos, a águia raptou a sua filha pequena, que brincava na rua. Então a mãe, em desespero, pediu a Nossa Senhora da Conceição que lhe devolvesse a filha sã e salva e caso a sua prece fosse ouvida lhe erigiria em homenagem uma ermida naquele mesmo local. A filha foi resgatada e por volta de 1639 foi construído um edifício em honra de Nossa Senhora da Conceição, não aquele que conhecemos hoje, uma vez que esse sofreu actos de vandalismo durante as invasões francesas, altura em que serviu de estaleiro para os cavalos (a região do Cercal era rica em moinhos de água). Ourém tem outros nomes gagos, como Cova do Manco ou Tiracães.

Cama da Porca (Alhandra, Vila Franca de Xira)

Cama da Porca não terá mais de três casitas e o que existe mais perto da placa que indica o seu início é a placa a indicar o fim da localidade. Mas ali, na freguesia de São João dos Montes, existe uma outra terra com um nome igualmente estapafúrdio: A-dos-Loucos. Nem a câmara municipal nem as juntas de freguesia conseguiram explicar a origem dos nomes, mas podemos garantir que em A-dos-Loucos se vive um ambiente saudável. A junta de freguesia de São João dos Montes e algumas empresas privadas organizam localmente uma série de actividades que ligam o desporto ao ambiente e a terra é propícia ao turismo. Ali respira-se natureza e ar puro, ao contrário do que o nome possa sugerir.

Malavado (São Teotónio, Odemira)

São várias as localidades Malavado. Existe uma na costa alentejana, mas há outra em Sintra, por exemplo. Esta é uma das características das terras portuguesas, os nomes repetem-se país fora. No lugar do Alentejo, ficar mal lavado é sem dúvida por causa do sal da água do mar, dado que a zona tem praias fantásticas, que nesta altura do ano ninguém vai querer desperdiçar. Na realidade, em Malavado, na freguesia de São Teotónio, não há absolutamente nada, tratando-se de um pequeno lugar. Mas fica muito perto das zonas balneares de Vila Nova de Milfontes ou da Zambujeira do Mar, agora mais famosa do que nunca, sobretudo devido aos festivais de música de Verão. Praia à tarde, música à noite, dormir pela manhã fora.

Outras terras para um turista acidental:

Altares (Angra do Heroísmo, Açores)
Jogo (Horta, Açores)
Remédios (São Miguel, Açores)
Aflitos (Ponta Delgada, Açores)
Ginetes (Ponta Delgada, Açores)
Sanguinho (Povoação, Açores)
Pocilgas (Vila do Porto, Açores)
Cheira (Águeda, Aveiro)
Préstimo (Águeda, Aveiro)
Pedras Medrosas (Arouca, Aveiro)
Raiva (Castelo de Paiva, Aveiro)
Antes (Mealhada, Aveiro)
Carpinteiros (Mealhada, Aveiro)
Catraia (Mealhada, Aveiro)
Mala (Mealhada, Aveiro)
Acabada (Murtosa, Aveiro)
Arrotas (Murtosa, Aveiro)
Chão do Além (Oliveira de Azeméis, Aveiro)
Maga (Oliveira de Azeméis, Aveiro)
Meio (Oliveira de Azeméis, Aveiro)
Pardieiro (Oliveira de Azeméis, Aveiro)
Bufardas (Odemira, Beja)
Castelo de Ladrões (Odemira, Beja)
Degradada (Odemira, Beja)
Maroteiras (Odemira, Beja)
Sol Posto (Odemira, Beja)
Voltinhas (Odemira, Beja)
Fiscal (Amares, Braga)
Buenos Aires (Cabeceiras de Basto, Braga)
Esturrado (Cabeceiras de Basto, Braga)
Gémeos (Guimarães, Braga)
Pilatos (Terras de Bouro, Braga)
Ronco (Vila Verde, Braga)
Gostei (Bragança, Bragança)
Serapicos (Bragança, Bragança)
Sortes (Bragança, Bragança)
Cachão (Mirandela, Bragança)
Cimo do Povo (Torre de Moncorvo, Bragança)
Peladinhos (Torre de Moncorvo, Bragança)
Partida (Castelo Branco, Castelo Branco)
Andarilho (Fundão, Castelo Branco)
Anjo da Guarda (Fundão, Castelo Branco)
Fatela (Fundão, Castelo Branco)
Porto dos Asnos (Fundão, Castelo Branco)
Panasqueira (Oleiros, Castelo Branco)
Esfrega (Proença-a-Nova, Castelo Branco)
Folga (Proença-a-Nova, Castelo Branco)
Ripanso (Proença-a-Nova, Castelo Branco)
Malha Pão (Sertã, Castelo Branco)
Vilões (Sertã, Castelo Branco)
Tostão (Vila Velha de Rodão, Castelo Branco)
Benfeita (Arganil, Coimbra)
Berreiros (Arganil, Coimbra)
Fronhas (Arganil, Coimbra)
Bera (Coimbra, Coimbra)
Bem da Fé (Condeixa-a-Nova, Coimbra)
Água de Todo o Ano (Ponte de Sor)

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