A Direção-Geral da Saúde (DGS) respondeu a Marcelo Rebelo de Sousa, que pediu esta quarta-feira explicações depois do primeiro-ministro António Costa ter sido colocado em isolamento depois de ter contactado com duas pessoas infetadas, mesmo estando vacinado, afirmando que a medida foi tomada pelo "princípio da precaução em Saúde Pública, no atual momento epidemiológico".

Em declarações à TSF, o organismo explicou que o governante está previsto em duas normas: "as pessoas vacinadas são abordadas, no que diz respeito ao isolamento e testagem, respetivamente, da mesma forma que as pessoas não vacinadas".

A DGS sublinha contudo que esta matéria "encontra-se presentemente em discussão e poderá ser atualizada com base na evolução da evidência científica e se a situação epidemiológica assim o suportar".

Marcelo Rebelo de Sousa pediu hoje que a situação do primeiro-ministro fosse bem explicada "para que não haja a ideia errada de que a vacina não serve para nada".

"Eu acho que esta explicação é importante, se não as pessoas ficam baralhadas, e a autoridade do Estado implica a credibilidade, credibilidade quer dizer que as pessoas acreditem em quem define regras, porque, se deixam de acreditar, entram em desconfinamento selvagem, que não tem nada a ver com desconfinamento organizado”, argumentou o Presidente da República.

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