Na rede social Twitter, o Presidente norte-americano acrescentou que “o Irão estava de joelhos e prestes a colapsar quando os Estados Unidos lhe estenderam um salva-vidas sob a forma de acordo: 150 mil milhões de dólares (139 mil milhões de euros à taxa atual)”.

A declaração de Trump reitera declarações proferidas pelo seu conselheiro para a Segurança, Michael Flynn, na passada quarta-feira.

Michael Flynn disse então que “a administração Obama fracassou na resposta adequada às ações malignas de Teerão” e afirmou que o Irão foi colocado “sob aviso”, sem elaborar sobre que procedimentos serão tomados.

O Irão rejeitou já o aviso do Presidente norte-americano, considerando-o "infundado" e "provocador".

"As alegações do conselheiro para a Segurança do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, são infundadas, repetitivas e provocadoras", afirmou o porta-voz do Ministério iraniano dos Negócios Estrangeiros, Bahram Ghasemi, citado pela agência iraniana de notícias, IRNA.

O Irão realizou no domingo um teste de um míssil balístico de médio alcance, que explodiu depois de percorrer cerca de mil quilómetros, e na segunda-feira os houthis xiitas, rebeldes iemenitas apoiados pelo Irão, bombardearam com sucesso uma fragata saudita no Mar Vermelho.

Flynn afirmou que o Irão “continua a ameaçar os amigos dos Estados Unidos e os seus aliados na região” e sublinhou que a administração Trump considera que os acordos assinados pelo governo anterior de Barack Obama são “fracos e ineficazes”.

No dia anterior a estas declarações, a embaixadora norte-americana junto das Nações Unidas, Nikki Haley, tinha considerado “absolutamente inaceitável” o ensaio do míssil balístico e prometido que o seu país iria dar-lhe uma resposta, sem elaborar.

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