"Há pessoas que dizem: 'ah, eles não se devem dar bem'. Quem são essas pessoas? Eu acho que nós nos damos muito, muito bem", disse Trump à emissora religiosa Christian Broadcasting Network, numa entrevista gravada na Casa Branca.

Sobre o encontro de há uma semana, Trump disse que os dois tiveram uma "ótima reunião".

"Foi bastante longa. Durou duas horas e 15 minutos. Todos ficaram surpresos com o quanto durou, mas isso foi algo bom e não mau", afirmou.

Para o presidente, os Estados Unidos e a Rússia são duas potências nucleares e, portanto, "não faz sentido não termos algum tipo de relação".

Durante a conversa, Trump desconsiderou a tese segundo a qual a sua campanha para as eleições presidenciais de 2016 recebeu ajuda da Rússia.

"Se Hillary tivesse ganho, nossas Forças Armadas estariam dizimadas, a nossa Energia seria mais cara. Isso é o que Putin não gosta em mim", assinalou o presidente, salientando que consigo as "Forças Armadas são fortes" e que Putin "não quer ver isso".

Estas são as primeiras declarações de Trump desde que voltou aos Estados Unidos após uma viagem à Europa e depois do início do escândalo que envolve o seu filho mais velho, Donald Trump Jr.

O filho do presidente divulgou na terça-feira e-mails que deixaram em evidência que no ano passado ele se reuniu em Nova Iorque com uma advogada russa com a intenção de receber informações comprometedoras sobre Hillary que poderiam beneficiar o pai na campanha.

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