“Hoje, não estamos só a transferir poderes”, frisou. “Estamos a retirar o poder de Washington para o devolver ao povo”, acrescentou, reconhecendo que, “durante demasiado tempo” o poder esteve nas mãos de “um pequeno grupo” na capital federal.

“Não importa que partido controla o governo, mas se o governo é controlado pelo povo”, insistiu.

Prometendo que vai liderar um “esforço nacional para reconstruir o país e recuperar a esperança para o povo”, Donald Trump agradeceu a Barack e Michelle Obama pelo apoio na “transição pacífica”.

Trump prestou juramento como 45.º Presidente dos Estados Unidos, usando duas Bíblias — uma oferecida pela sua mãe e a que Abraham Lincoln usou na sua posse, há 150 anos — e sob o olhar atento de uma multidão, dividida entre o fervor dos apoiantes e as críticas dos opositores.

O multimilionário de 70 anos tomou hoje posse, numa cerimónia pública junto ao Capitólio, em Washington, tornando-se no homem mais velho a assumir a Presidência dos Estados Unidos.

Fontes oficiais estimam que entre 800 mil e 900 mil pessoas estejam em Washington para assistir à cerimónia e aos festejos associados ou participar nas várias ações de protesto previstas.

A cerimónia colocou a capital federal sob apertadas medidas de segurança, com 28 mil elementos, e condicionamentos à circulação de pessoas, carros e transportes públicos.

Marcam presença na cerimónia vários ex-Presidentes e respetivas primeiras-damas

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