“A Venezuela é um desastre, a Venezuela é um desastre”, disse Trump quando lhe perguntaram o que pensava sobre a decisão do Governo venezuelano, no início de uma reunião na Casa Branca com o Presidente da Argentina, Mauricio Macri.

Trump insistiu em que a situação da Venezuela é “muito triste” e disse que se vai ver “o que acontece” a partir de agora, sem entrar em pormenores sobre o anúncio relativo à OEA.

Desde o início do seu mandato, o chefe de Estado norte-americano criticou a situação na Venezuela várias vezes, em particular durante encontros com presidentes da região, como o do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, e o da Colômbia, Juan Manuel Santos.

O Governo da Venezuela anunciou na quarta-feira que iniciará hoje o processo para se retirar da OEA, depois de a organização ter decidido convocar uma reunião de ministros dos Negócios Estrangeiros sobre a crise política venezuelana apesar da oposição frontal de Caracas a tal sessão.

A chefe da diplomacia venezuelana, Delcy Rodríguez, anunciou que a Venezuela não participará doravante em “nenhuma atividade, em nenhum evento destinado a adotar posições de intervencionismo e ingerência desse grupo de países que apenas querem perturbar a estabilidade e a paz” no seu país.

O senador republicano Marco Rubio defendeu hoje, num artigo escrito para a revista Time, que a Argentina pode ser “um forte aliado” em temas como a Venezuela e recordou que o Governo de Macri “se juntou aos Estados Unidos e a outras nações na condenação do percurso do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em direção à ditadura”.

Macri é o segundo Presidente latino-americano a reunir-se com Trump desde a chegada deste ao poder, em janeiro, depois do chefe de Estado peruano, Kuczynski.

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