Durante a conversa, Putin “chamou a atenção para o facto de que Kiev continua a não respeitar os acordos alcançados sobre as questões humanitárias”, acrescentando que “nacionalistas ucranianos impediram a evacuação” de Mariupol e Volnovaja, de acordo com o relato feito por Moscovo.

No sábado, Moscovo e Kiev anunciaram ter chegado a um acordo de cessar-fogo temporário, para permitir o estabelecimento de corredores humanitários e a evacuação daquelas duas cidades cercadas por forças russas, antes de se acusarem mutuamente de terem quebrado o pacto.

Na conversa com Macron, Putin acusou as forças ucranianas de terem “usado a pausa nas hostilidades para fortalecer as suas capacidades” em Mariupol e em Volnovaja.

Uma nova tentativa, hoje, de evacuar Mariupol, cidade de 450 mil habitantes, também foi “interrompida”, de acordo com as autoridades ucranianas.

Outro tema abordado pelo Macron e Putin na sua conversa telefónica, de acordo com o Kremlin, foi a preocupação internacional com a segurança das instalações nucleares na Ucrânia, depois de combates nos arredores das centrais atómicas de Chernobyl e de Zaporizhzhia.

Putin acusou “ucranianos radicalizados” e “sabotadores” de estarem por trás dos incidentes em Zaporizhzhia, acrescentando que “as tentativas de culpar a Rússia são parte de uma campanha de propaganda cínica”.

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