"Estamos abertos ao diálogo para resolver os problemas", declarou o xeque Tamim ben Hamad Al-Thani, num discurso transmitido pela televisão, o primeiro desde o início da crise a 5 de junho.

A Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Egito cortaram, naquela data, relações diplomáticas com o Qatar, que acusaram de apoiar "o terrorismo" e de aproximar do Irão, grande rival regional do reino saudita.

Os quatro países impuseram sanções imediatas a Doha e posteriormente apresentaram um conjunto de exigências, incluindo o encerramento da cadeia de televisão Al-Jazira, a redução das relações com o Irão e o encerramento de uma base militar da Turquia no Qatar.

Doha recusou as exigências apresentadas pelos quatro países árabes.

O chefe de Estado do Qatar apresentou duas condições para a resolução da crise: "o respeito da soberania e vontade de cada Estado".

"Esta solução não pode assumir a forma de imposições, mas apenas de compromissos comuns e vinculativos para todas as partes", sublinhou.

Porque o seu tempo é precioso.

Subscreva a newsletter do SAPO 24.

Porque as notícias não escolhem hora.

Ative as notificações do SAPO 24.

Saiba sempre do que se fala.

Siga o SAPO 24 nas redes sociais. Use a #SAPO24 nas suas publicações.