A paralisação vai decorrer durante todo o dia, não se sabendo para já quais serão as empresas que irão aderir ao protesto, segundo disse à agência Lusa o coordenador da Fectrans, José Manuel Oliveira.

“Neste momento estão a realizar-se vários plenários nos diversos núcleos e empresas da Barraqueiro e aí é que se decide a adesão ou não à greve”, explicou.

Melhorias salariais e respeito pela contratação coletiva são as principais reivindicações, numa altura em que, segundo explicou o coordenador da Fectrans, se discute o estabelecimento de um salário mínimo no setor.

José Manuel Oliveira referiu que atualmente o salário médio nas empresas do grupo é de 640 euros e que o objetivo passa por vir a estabelecer no futuro um salário mínimo superior a 700 euros.

“Estes salários são baixos até comparativamente com aquilo que é o salário mínimo nacional e a discussão que está a ser feita com os trabalhadores é a de que nós precisamos de elevar significativamente os salários. No imediato, numa primeira fase, a meta é a dos 700 euros e depois que haja uma evolução que permita aumentar a diferença para o salário mínimo”, atestou.

Relativamente ao contrato coletivo de trabalho, o sindicalista acusou a Barraqueiro de estar a substituir este tipo de vínculos por contratos individuais.

A Lusa contactou o grupo Barraqueiro para obter um esclarecimento, mas não obteve resposta até ao momento.

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