Em declarações à Lusa, Mónica Magalhães, subdiretora do Agrupamento de Escola Clara de Resende, explicou que uma falha de energia durante a noite, de domingo para segunda-feira, ativou um gerador que originou um cheiro semelhante a gás.

“Esta falha de energia aconteceu porque os alarmes dispararam quando alguém, durante o fim de semana e estranho à escola, entrou nas instalações”, disse.

Por “precaução”, as aulas foram interrompidas logo ao início da manhã de segunda-feira, prolongando-se esta situação por todo o dia, porque, por coincidência, os funcionários aperceberam-se de que tinha havido também uma inundação, que alagou parte do piso inferior da escola, onde se localizam os laboratórios.

"Devido a vários pontos de inundação na escola o fornecimento de água teve de ser fechado”, o que obrigou a mandar os mais de “mil alunos” deste estabelecimento para casa.

“Este problema já foi solucionado na segunda-feira, permitindo o funcionamento da escola, mas há necessidade de esperar cerca de dois dias para que os laboratórios sequem. As aulas que aqui deveriam decorrer serão realizadas em outras salas”, acrescentou a responsável.

A escola reabriu portas aos alunos esta manhã, tendo as aulas começado às 08:15.

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