“A Escola Portuguesa de Díli, face ao desenvolvimento dos trabalhos de limpeza e de recuperação dos materiais da escola, permanecerá encerrada, para efeitos das atividades letivas, na próxima semana de 23 a 27 de março de 2020″, refere Acácio Brito no comunicado.

“Não haverá assim, mais atividades letivas presenciais neste 2.º período escolar. No entanto, todos os professores estarão disponíveis para apoiar os alunos, através de meios digitais via internet ou, excecionalmente, na escola”, sublinhou.

Apesar do fecho, Acácio Brito nota que a avaliação período “decorrerá normalmente, sendo atribuídas as classificações aos alunos”.

Para isso, serão tidos em conta “os elementos resultantes de todos os instrumentos de avaliação utilizados por cada um dos professores até ao momento da intempérie de 13 de março, considerando igualmente o caráter contínuo da avaliação dos alunos”.

Na nota, Acácio Brito explica que a escola “procurará que nenhum aluno seja prejudicado na sua avaliação por motivos relacionados com o ocorrido no dia 13 de março, ocorrência que não permitiu o prosseguimento das atividades letivas nas duas últimas semanas do 2.º período”.

Equipas profissionais continuam hoje nas operações de limpeza dos danos causados pelas cheias, que provocaram um morto e afetaram mais de 10 mil pessoas em 13 sucos (freguesias) de Díli.

Os danos das cheias nas zonas central e leste da cidade ultrapassam os 20 milhões de dólares (18,5 milhões de euros).

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