Em comunicado hoje divulgado e citado pela agência norte-americana Associated Press, a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, refere que os EUA transmitem as "sinceras felicitações ao povo iraquiano e às bravas forças de segurança do Iraque, muitas das quais perderam a vida heroicamente lutando contra ISIS [autoproclamado grupo Estado Islâmico]".

A declaração acrescenta que "os Estados Unidos se juntam ao Governo do Iraque, enfatizando que a libertação do Iraque não significa que a luta contra o terrorismo, e mesmo contra o ISIS no Iraque, acabou".

Funcionários iraquianos e da coligação vincaram que, apesar da declaração de vitória militar contra os extremistas, o Iraque continua a enfrentar ameaças de segurança significativas.

O grupo Estado Islâmico voltou repetidamente para as suas origens insurgentes, após derrotas territoriais, visando civis iraquianos e infraestruturas longe dos combates da linha da frente.

O primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, anunciou hoje "o fim da guerra" levada a cabo pelas forças governamentais nos últimos três anos para eliminar o grupo 'jihadista' Estado Islâmico no Iraque.

"As nossas forças controlam completamente a fronteira [entre o Iraque e a Síria] e anuncio o fim da guerra contra o 'Daesh', [autoproclamado grupo Estado Islâmico]", disse o responsável político em Bagdade, na abertura de uma conferência organizada pelo sindicato dos jornalistas iraquiano.

"O nosso (...) inimigo (...) queria matar a nossa civilização, mas nós ganhámos graças à nossa unidade e determinação. Vencemo-los em pouco tempo", acrescentou Haider al-Abadi.

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