Um tribunal da Pensilvânia atribuiu razão a uma das múltiplas ações judiciais apresentadas pela campanha de Donald Trump, por forma a reverter o resultado das eleições.

Apesar de não ser conhecido o número de votos em causa, segundo as autoridades estaduais, os números deverão ser bem inferiores aos 54 mil de diferença entre Biden e Trump.

A decisão em questão está relacionada com a prorrogação do prazo previsto pela lei estadual da Pensilvânia.

De acordo com a lei, os cidadãos que enviaram os votos postais sem um documento de identificação têm seis dias, após o dia das eleições, portanto até nove de novembro, para apresentarem um documento válido. No entanto, a secretária de estado da Pensilvânia, Kathy Boockvar, três dias antes das eleições, tinha alargado o prazo até 12 de novembro.

Trump contestou a decisão, o que tinha levado o tribunal a ordenar que os votos validados entre 10 e 12 de novembro fossem separados dos restantes. Agora, a juíza Mary Hannah Leavitt, considerou que Kathy Boockvar “não tinha autoridade legal” para decidir a prorrogação.

Segundo as autoridades locais, as várias ações apresentadas por Donald Trump não vão reverter a vitória de Biden na Pensilvânia projetada pelos media.

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, ultrapassou ontem os cinco milhões de votos de vantagem em relação a Donald Trump, totalizando 77,4 milhões de boletins de voto apurados, até ao momento, a seu favor nestas eleições. No Colégio Eleitoral, Biden contabiliza 290 votos e Trump 217.

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