A presidente do coletivo de juízas afirmou que, durante o julgamento, iniciado no passado dia 30 de maio, não ficou provado que a contratação do treinador de futsal do Grupo Desportivo da Freixianda pela empresa municipal Ourém Viva, para a função de vigilante na escola daquela freguesia, constituiu um “expediente” para pagar o vencimento no clube, favorecendo esta entidade, como era alegado na acusação.

A juíza afirmou que as testemunhas que tinham conhecimento direto do processo, como a chefe dos serviços administrativos do Agrupamento de Escolas da Freixianda, revelaram, nos seus depoimentos, “hesitações e contradições”, não sendo por isso “credíveis”.

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