"Um fadista com mais de 50 anos de carreira, de bem interpretar o fado, que faz parte de uma geração que lutou pelo fado, abnegadamente, cujo testemunho vai desaparecendo", disse à Lusa a presidente da Associação Portuguesa dos Amigos do Fado, Julieta Estrela de Castro, que realçou: "Todos estes fadistas deram o seu contributo para a tão celebrada proclamação do fado como património da humanidade pela UNESCO".

António Félix fazia parte do elenco do Páteo Alfacinha, em Lisboa, e atuava regularmente na Academia Recreativa da Ajuda, em Lisboa, bairro onde nasceu.

Do seu repertório faziam parte "Pobre Donzela" (Soares da Cruz/Alfredo Marceneiro - Fado Bailarico), "Miguel de Alfama" (Luís Simão/Casimiro Ramos - Fado Pinóia), "Recordando Certo Fado" (Verónica Beja/Frederico de Brito - Fado Azenha) ou "Farras de Outrora" (João Noronha/J.B. Brandão).

O velório do fadista realiza-se hoje a partir das 17:30, na Igreja de Nossa Senhora da Boa-hora, em Lisboa, de onde sai o funeral, no sábado às 14:45, para o Cemitério de Barcarena, no concelho vizinho de Oeiras, para a cerimónia de cremação.

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