Os dados estão num relatório “sobre monitorização estatística da atividade de táxi”, que a AMT vai publicar na próxima semana, depois de analisar dados sobre o setor obtidos durante uma década, até agosto de 2016.

No entanto, João Carvalho divulgou hoje alguns destes dados no parlamento, na Comissão de Economia e Obras Públicas, onde foi apresentar o plano de atividades da AMT.

“Existem no país 13.776 táxis licenciados. O crescimento [do número de táxis] desta década que referi praticamente é nulo, é de 0,9/0,8%, enquanto o crescimento das dormidas anda entre os 30 a 40%, nomeadamente nos grandes centros urbanos de Lisboa e do Porto”, disse.

“Houve aqui uma manutenção do número de táxis, porque, de qualquer maneira, ainda há vagas para 1.300 táxis, ainda há disponibilidade das câmaras de 1.300 e tal táxis, não estão todas utilizadas as licenças”, afirmou, salientando que, para este trabalho, foram auscultadas todas as câmaras municipais e regiões autónomas.

De acordo com o presidente do regulador dos transportes, Lisboa e o Porto representam cerca de 30% da totalidade desses 13.776 táxis e “foram detetadas disparidades várias entre concelhos”.

“Mas não há duvida nenhuma que há um aumento enorme por causa do surto turístico, há um aumento enorme de dormidas em Lisboa e no Porto, nomeadamente, de 30 a 40%, e há uma estabilização [no número de licenças de táxis], motivo pelo qual outras entidades entraram [no mercado], devido à falta que havia”, adiantou João Carvalho.

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