A situação foi constatada no local pela Lusa e surge depois de os advogados terem sido notificados durante a manhã pelo Supremo Tribunal de Luanda, dando conta do provimento ao 'habeas corpus' apresentado em abril pela defesa, em que pediam a libertação dos ativistas enquanto os recursos à condenação não são decididos.

Naquela unidade prisional do centro de Luanda cumprem pena pelo menos 12 - incluindo o 'rapper' luso-angolano Luaty Beirão - dos 17 ativistas condenados a 28 de março a penas efetivas por atos preparatórios para rebelião e associação de malfeitores.

Veja também: Ativistas angolanos vão ser libertados por decisão do Supremo

No local estão presentes igualmente os três advogados de defesa dos ativistas, Miguel Francisco 'Michel', David Mendes e Luís Nascimento, que informaram que falta a notificação formal do Supremo para a libertação dos jovens.

Não é ainda conhecida oficialmente a nova situação dos ativistas, que à data da condenação pelo tribunal de Luanda estavam em prisão preventiva.

As condenações, além do 'habeas corpus' que deu entrada a 01 de abril, foram alvo de recursos da defesa para os tribunais Supremo e Constitucional do país.

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