A posição das FAV foi dada a conhecer pelo ministro venezuelano da Defesa, Vladimir Padrino López, em Caracas, no início das Exercícios de Soberania 2017.

“A maior democracia, na Venezuela, o império responde com mais agressão. Com a sua dupla moral, dizem que há uma suposta crise com um bloqueio económico. As FAV estarão a acompanhar todas as medidas para contrariar este bloqueio financeiro contra o povo da Venezuela”, disse.

Segundo Vladimir Padrino López, é preciso entender “o conceito amplo do que é a soberania, a capacidade de um Estado, de uma nação e do seu Governo de tomar as suas próprias decisões”.

“Esta pátria continuará o rumo que decidam os venezuelanos”, frisou.

Os exercícios cívico-militares de soberania, começaram hoje com uma manobra de 200 francoatiradores da Guarda Nacional Bolivariana (polícia militar), em Macarao, na zona oeste de Caracas.

Mais de 900 mil militares e civis participam, este fim de semana, numa série de exercícios militares ordenados pelo Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, centrados na simulação de uma eventual intervenção militar norte-americana.

Denominados “Exercícios Militares de Soberania 2017″, contam com a participação de oficiais das FAV, membros da Milícia Bolivariana e populares, segundo o chefe do Estado Maior Conjunto do Comando Estratégico Operacional das FAV, Remígio Ceballos.

Os exercícios militares visam “preparar o povo para fazer parte de todo o sistema defensivo” da Venezuela, no que definiu como uma estratégia de guerra de resistência para a defesa integral do país.

Os exercícios, dirigidos por oficiais das FAV, com a participação de alguns civis e pilotos do Grupo 12 da Força Aérea Venezuelana, realizam-se nos 24 Estados da Venezuela.

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