O anúncio foi feito pelo ministro do Exterior francês, Jean-Marc Ayrault, numa entrevista à rádio e televisão Europe1 e iTélé, tendo também avançado que a operação da coligação internacional na Síria e no Iraque para derrubar o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) “é indispensável”.

O ministro afirmou que a coligação está a obter progressos, o EI perde posições e que o objetivo da operação tem sido de “ir ao coração do sistema” desta organização, que está concentrado nas cidades de Mosul (Iraque) e Al Raqa (Síria).

Questionado se teme que o presidente eleito dos Estados Unidos abandone coligação, o chefe da diplomacia francesa referiu que, numa conversa telefónica de sete minutos com o presidente francês, Donald Trump afirmou que a luta contra o terrorismo “é um dos pontos em que está comprometido”.

“Não creio que os Estados Unidos abandonem a luta contra o terrorismo, porque é também do seu interesse”, disse.

Sobre a entrada na Europa de uma parte dos terroristas responsáveis pelo atentado de Paris, que hoje assinala um ano, camuflados entre o fluxo de imigrantes, o ministro francês referiu que “as fronteiras têm que ser protegidas” e os países de Schengen já “decidiram recuperar o tempo perdido”.

Além do reforço da vigilância das fronteiras externa da Europa, Jean-Marc Ayrault adiantou que a França vai pedir para que se mantenham os controlos das fronteiras interiores, que foram ativados depois dos ataques de 13 de novembro de 2015.

O ministro francês disse que a ameaça terrorista ainda se mantém no país.

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