Segundo um comunicado do Comando Territorial de Portalegre da GNR enviado à agência Lusa, as duas mulheres foram identificadas na sexta-feira, através do Núcleo de Investigação Criminal de Nisa.

O comunicado indica que as duas mulheres "tinham como 'modus operandi'" abordar pessoas vulneráveis, nomeadamente, mulheres idosas, "no intuito de lhes ler a sina, acabando por as convencer que, através de uma reza e de benzerem os seus objetos em ouro, brincos, pulseiras, fios, entre outros, conseguiriam ajudá-las na cura de doenças e a terem mais sorte no futuro".

As suspeitas, após as vítimas lhes entregarem o ouro, colocavam-se em fuga, e, nos casos em que as pessoas se recusavam a entregar os bens, as mulheres ameaçavam e retiravam à força os artigos em ouro, adianta o comunicado.

A investigação da GNR, que decorria há cerca de dois meses, culminou na identificação das suspeitas e na realização de duas buscas, uma delas domiciliária, tendo sido possível recuperar alguns bens em ouro e ainda duas moto 4 e quatro motosserras, que a GNR suspeita terem sido furtadas.

Uma das mulheres identificadas já cumpriu pena de prisão efetiva, refere a GNR.

Esta ação contou com a colaboração do Destacamento de Intervenção de Portalegre, da Secção de Cinotecnia de Évora e da Secção de Prevenção da Criminalidade e Policiamento Comunitário de Nisa.

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