As candidaturas decorrem até 11 de junho. A Gulbenkian pretende alcançar 10.000 jovens nos próximos cinco anos.

O objetivo é dotar uma centena de organizações sem fins lucrativos de “metodologias e estratégias que, comprovadamente, desenvolvam novas competências” junto desta população.

“Metade dos empregos estão em risco pela automação. Quatro em cinco crianças que estão a entrar agora na escola vão sair para o mercado de trabalho para exercer funções que ainda não existem”, afirma a fundação em comunicado, frisando que nessa altura (2030), 40% das competências hoje consideradas chave estarão obsoletas.

É neste contexto que surgem as Academias Gulbenkian do Conhecimento, “num movimento de promoção de competências ainda pouco desenvolvidas no sistema educativo convencional”.

As academias podem ser criadas por organizações púbicas e privadas, sem fins lucrativos. Podem ser associações juvenis ou de pais, culturais ou desportivas, não-governamentais (ONG), Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), autarquias, escolas ou universidades.

Os projetos devem incidir no desenvolvimento de novas competências.

“Enquanto projetos sediados em organizações, às academias caberá o desafio de promover atividades de âmbito artístico, científico, comunitário, cultural ou desportivo”, em áreas tão diversas como a educação, a saúde, questões sociais ou tecnológicas, que desenvolvam competências como o pensamento crítico, a comunicação, a resiliência, o trabalho em equipa, a superação da frustração, a capacidade de resolver problemas complexos ou a adaptação à mudança.

Todas as academias poderão contar com apoio técnico e mentoria, além do financiamento, da Gulbenkian.

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