Na sua página oficial, a PGD do Porto referiu que entre janeiro de 2015 e julho de 2017, o arguido manteve “por diversas vezes” contactos e relações sexuais, nomeadamente de cópula completa, com a filha menor que adotara.

Na sequência deste relacionamento sexual, a menina acabou por engravidar, frisou.

A procuradoria acrescenta que estes abusos sexuais aconteceram na casa do arguido, em Guifões, concelho de Matosinhos.

O MP acusou o homem de 18 crimes agravados de abuso sexual de criança e três crimes agravados de pornografia de menores.

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