"Ir à Lua não é simplesmente ir à Lua, é um bom negócio", afirmou, perante uma plateia de milhares de pessoas, numa conferência na Web Summit 2016, uma feira internacional de tecnologia, empreendedorismo e inovação, que decorre até quinta-feira, no Parque das Nações.

Para Naveen Jain, cofundador da Moon Express, a Lua tem "recursos inacreditáveis" a explorar.

A empresa propõe-se lançar, em 2017, uma missão à Lua, onde pretende aterrar um veículo robótico. Quer estudar elementos raros, metais, da superfície lunar e, em 2020, recolher amostras de solo e enviá-las para Terra.

Para a Moon Express, a Lua vai ter, dentro de 15 anos, um "papel importante na economia" da Terra e será potencialmente a "segunda casa" dos humanos.

Naveen Jain crê que, nesse prazo, as pessoas irão poder viajar até à Lua, com custos menores, aprender a viver nela e estabelecer colónias. Afinal, lembrou, o satélite natural da Terra está a três dias de viagem.

O astronauta norte-americano Mike Massimino, que participou na mesma conferência, acredita que, no futuro, as viagens espaciais, sejam de turismo ou de investigação, serão "mais acessíveis".

Acredita também que há vida para lá da Terra, e que os humanos vão "viver perfeitamente" com os extraterrestres. Porquê ir ao espaço? Respondeu: para aumentar o conhecimento sobre o Universo.

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