"Não há vítimas e não há casas afetadas", assegurou à Lusa o coordenador da Proteção Civil Municipal de Odivelas, Fernando Moraes, assinalando, sem avançar com números, que, por indicação da Polícia de Segurança Publica (PSP) e da própria Proteção Civil, moradores foram retirados por precaução das suas habitações, para evitar a inalação de fumos.

Fernando Moraes adiantou que as pessoas poderão regressar às suas residências depois de o incêndio estar extinto.

Em declarações posteriores aos jornalistas no local, o coordenador da Proteção Civil Municipal de Odivelas disse que dois bombeiros foram assistidos, um por inalação de fumo, e que a resposta no combate às chamas foi pronta, evitando danos em casas e em pessoas.

Fernando Moraes referiu que ardeu apenas mato rasteiro, numa zona de encosta, cujos terrenos pertencem à Direção-Geral do Tesouro, e acrescentou que o local "vai ficar sob vigilância", ressalvando que "não há perigo de reacendimento" das chamas.

O coordenador da Proteção Civil Municipal de Odivelas estimou, cerca das 21:00, que mais de metade do fogo, cujas causas não foram apontadas, estava dominado, não antevendo demora para o seu controlo na totalidade.

O incêndio, cujo alerta foi dado às 18:24, mobilizou 146 operacionais, 44 veículos e dois meios aéreos (estes últimos foram desativados com o cair da noite).

(Notícia atualizada às 22h21)

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