A líder centrista, Assunção Cristas, disse à agência Lusa, em Pedrógão Grande, que o CDS-PP vai apresentar na Assembleia da República, esta semana, um requerimento a exigir esclarecimentos sobre o caso e a situação de uma fábrica de 'pellets' da Graça, também no município de Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, que sofreu prejuízos de 12,5 milhões de euros nos fogos de 17 de junho do ano passado e ainda não retomou a atividade.

O dono da firma proprietária de três camiões e uma viatura ligeira - a Furbatral - consumidos pelas chamas confirmou que teve de pagar o último imposto, apesar de os carros terem sido "totalmente destruídos" no dia da tragédia.

Segundo Assunção Cristas, "não foi dada baixa das viaturas" da empresa de transportes, que fazia serviços para a Enerpellets.

A pergunta ao executivo de António Costa, que também hoje visita Pedrógão Grande, incluirá um pedido para serem ultrapassados os problemas que estão a atrasar o processo de recuperação da Enerpellets, cujos donos pretendem fazer um novo investimento de seis milhões de euros que permita recomeçar a laboração.

A presidente do CDS-PP desafiou ainda o primeiro-ministro, António Costa, a interessar-se pela recuperação desta empresa, que empregava 30 pessoas e que agora tem apenas cinco trabalhadores.

Para Assunção Cristas, “é inadmissível que um ano depois” do fogo, que causou a morte de pelo menos 65 pessoas na região, este e outros casos de unidades produtivas “ainda não estejam resolvidos”.

Na tarde de hoje, António Costa visita a freguesia da Graça, para uma reunião com a Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande (AVIPG), liderada por Nádia Piazza.

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