Bragança, Faro e Guarda são os distritos mais problemáticos, pois têm praticamente todo o território em risco máximo de incêndio.

O resto do país está com risco muito elevado ou elevado de incêndio, excetuando-se alguns concelhos situados maioritariamente na região do litoral norte, em particular nos distritos de Viana do Castelo, Porto, Aveiro e Coimbra, onde o risco se apresenta moderado ou reduzido.

O risco de incêndio vai continuar máximo, muito elevado e elevado pelo menos até domingo em vários distritos de Portugal continental, segundo o IPMA, que prevê uma redução significativa deste risco a partir de segunda-feira.

No início da semana, a Proteção Civil já tinha emitido um “aviso à população”, no qual alertava para um agravamento das condições meteorológicas com aumento do risco de incêndio até domingo.

O comunicado da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) indicava que a temperatura iria subir, variando entre os 30 e os 35 graus, podendo atingir valores superiores no interior, a humidade relativa do ar iria diminuir para entre 20% e 30% e o vento iria ser fraco a moderado, mas temporariamente com rajadas fortes, até 40 quilómetros por hora (km/h).

O risco de incêndio determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo, sendo o elevado o terceiro nível mais grave.

Os cálculos para este risco são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

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