De acordo com os dados diários do Ministério da Saúde, domingo e hoje foram registadas 14 mortes (mais 50,3%), com 922 hospitalizações, um aumento de 26,8%.

Cerca de 70,5% da população adulta já inoculada com as duas doses da vacina e 88,1% com a primeira dose, apesar de o ritmo de vacinação ter regredido entre a população mais jovem.

Em 19 de julho foram levantadas na Inglaterra, a região mais populosa do Reino Unido, todas as restrições impostas pelo Governo conservador quando aplicou o terceiro confinamento em janeiro passado, com o uso da máscara e a distância pessoal a serem opcionais.

Apesar do regresso de diversos eventos públicos, a abertura das discotecas e a suspensão do limite de pessoas que possam juntar-se em espaços interiores e exteriores, o número de contágios tem apresentando uma tendência descendente nos últimos dias, face aos 54.764 registados em 17 de julho.

Apesar de ainda não existir consenso sobre a sua causa, os cientistas sugerem que esta inesperada alteração de rumo — e quando se tinham antecipado até 100.000 contágios diários durante o mês de julho — poderá dever-se ao encerramento das escolas para férias.

Esta foi a primeira vez desde o início da pandemia em março de 2020 que o número de casos diminui sem que tenha sido consequência de um confinamento, e que poderá também refletir o impacto da vacinação.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.163.235 mortos em todo o mundo, entre mais de 194,1 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

Em Portugal, desde o início da pandemia, em março de 2020, morreram 17.301 pessoas e foram registados 954.669 casos de infeção, segundo a Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

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