“Estamos em condições, havendo a outra dimensão política, de avançar com os procedimentos. Estamos preparados”, disse o presidente do IMT, Eduardo Feio, aos deputados da comissão parlamentar de Economia, Inovação e Obras Públicas, quando questionado pelo PS e Bloco de Esquerda sobre as inspeções aos veículos de duas rodas.

Em janeiro, o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, anunciou que as inspeções periódicas a motociclos vão avançar no primeiro semestre de 2018, justificando esta medida com o aumento do número de acidentes mortais com motociclos em 2017.

Esta medida está a ser contestada pelos motociclistas, que, a 18 fevereiro, realizaram uma manifestação nacional para protestar contra o que consideram ser “a farsa das inspeções às motos”.

Eduardo Feio referiu que o IMT não comenta decisões políticas, existindo “um conjunto de trabalho técnico que está a ser desenvolvido, em articulação com o Governo”, faltando ser tomada a decisão política.

Sobre os preços, o presidente daquele organismo explicou que os valores já estão fixados há alguns anos.

“Será metade do preço [cobrado pelas inspeções] dos ligeiros, 12,74 euros. A haver [inspeções a motociclos] será este o valor. Que é um valor que está em linha com o que se pratica por essa Europa”, disse, sublinhando que também é esse o montante que se pratica nos Açores, onde “desde sempre” existe inspeção às motas.

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