As chuvas fortes costumam registar-se no país de junho a outubro, o que faz com que o Sudão enfrente grandes inundações que danificam ou destroem infraestruturas e plantações.

Em Atbara, no nordeste do país, casas “afundaram-se” devido à subida das águas, de acordo com a agência Suna, citada pela AFP.

Os correspondentes da agência francesa constataram ainda no sábado que várias ruas da capital sudanesa, Cartum, estavam submersas, com os carros a ter dificuldades em circular.

Na quinta-feira, o Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA, na sigla em inglês) indicou que 12 mil pessoas foram afetadas pelas intempéries em oito dos dezoito estados do Sudão desde o início da época das chuvas.

“Mais de 800 habitações foram destruídas e 4.400 ficaram danificadas”, acrescentou o gabinete da ONU.

No ano passado, Cartum declarou o estado de emergência durante três meses para fazer face às inundações, que atingiram pelo menos 830 mil pessoas e 166 mil residências.

O Nilo Azul, que se junta ao Nilo Branco em Cartum para formar o rio Nilo, já tinha registado o nível mais alto alguma vez registado.

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