De acordo com fontes deste órgão, considerado o ‘tribunal’ do partido, a decisão de ‘dispensa de pena’ ao líder do partido devido a “circunstâncias atenuantes” foi aprovada por cinco votos a favor e quatro contra.

O CJN decidiu ainda aplicar ao líder parlamentar do PSD Adão Silva uma advertência, a sanção mais leve prevista nos estatutos, decisão aprovada por cinco votos a favor, três contra e uma abstenção.

Esta decisão surge na sequência de uma queixa de um militante do partido contra Rui Rio e Adão Silva, acusando-os de não terem dado cumprimento a uma moção setorial aprovada em Congresso e que defendia um referendo sobre a eutanásia.

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