Os prémios do Sindicato de Realizadores de Cinema, Televisão e Publicidade dos Estados Unidos (DGA, sigla em ingês), que se realizou no sábado à noite Beverly Hills, já madrugada de domingo em Portugal, funcionam como uma antevisão dos Óscares, que são entregues a 26 de fevereiro.

A esta vitória, o filme “La La Land: Melodia do Amor” junta as obtidas nos Globos de Ouro e nos prémios do Sindicato de Produtores dos Estados Unidos.

Os vencedores do troféu do Sindicato dos Realizadores dos Estados Unidos coincidiram com os vencedores dos Óscares na categoria de melhor realizador em 62 das 69 edições.

Para os Óscares deste ano, o filme “La La Land. Melodia do Amor” está nomeado para 14 categorias.

"Faço filmes porque sou um apaixonado por cinema", disse Damien Chazelle, de 32 anos, ao receber o prémio de melhor realizador, sublinhando que “os filmes são poderosos porque falam com todo o mundo, com todos os países e com todas as culturas".

Os outros nomeados eram Barry Jenkins por "Moonlight", Kenneth Lonergan por "Manchester by The Sea", Denis Villeneuve por "O Primeiro Encontro", que também estão nomeados para os Óscares, e ainda Garth Davis por "Lion - A Longa Estrada Para Casa".

Garth Davis foi distinguido com "Lion", como o melhor realizador pelo seu primeiro filme, enquanto Ezra Edelman ganhou pelo documentário "O.J.: Made in America".

O Sindicato dos Realizadores dos Estados Unidos atribuiu ainda a Miguel Sapochnik o prémio de melhor realizador para a série de televisão “A Guerra dos Tronos”.

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