Numa conversa telefónica com o homólogo francês, Jean-Yves Le Drian, o ministro britânico defendeu um inquérito ao ataque e uma “resposta internacional forte e sólida”, segundo um comunicado do seu gabinete.

Os dois dirigentes criticam o regime de Bashar al-Assad, referindo que foi considerado “responsável, por quatro vezes desde 2014, de ataques com gases tóxicos” por peritos mandatados pelo Conselho de Segurança da ONU.

Nove dos 15 membros permanentes do Conselho de Segurança, entre os quais o Reino Unido, França e os Estados Unidos, pediram uma reunião de emergência, a qual deve começar às 15:30 TMG (16:30 em Lisboa).

Essa reunião “constituirá uma etapa importante para a determinação da resposta internacional”, afirmou Johnson, que disse esperar uma “gama completa de opções seja colocada sobre a mesa”.

Pelo menos 40 pessoas morreram, entre as quais várias crianças, e centenas foram afetadas por um ataque químico contra Douma, o último bastião rebelde em Ghouta oriental, nos arredores de Damasco, segundo a organização não-governamental “Capacetes Brancos”, dedicada ao resgate de vítimas das zonas sob controlo dos rebeldes.

A organização atribuiu o ataque às forças do regime do presidente Bashar al-Assad.

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