banco espanhol fechou o primeiro semestre com um lucro de 3,616 mil milhões de euros, numa subida de 24% face ao mesmo período do ano passado.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a instituição explica que o Banco Popular, adquirido a 07 de junho, contribuiu com 11 milhões de euros para o resultado do grupo, fazendo subir o lucro do segundo trimestre para 1,749 mil milhões de euros, mais 37% do que no período homólogo de 2016.

A instituição justifica a melhoria dos resultados com o aumento da atividade com clientes, disciplina de custos e redução das provisões para o malparado.

Em Portugal, o banco espanhol destaca o foco na transformação comercial e na vinculação, com aumentos superiores a 20% de clientes vinculados e digitais, mas também a subida de hipotecas e empréstimos a empresas.

Sinaliza ainda a queda do rácio de mora depois de ter alcançado um máximo de 10,46% após a integração do Banif.

A propósito destes resultados, a presidente do grupo, Ana Botín, salientou que o negócio "demonstrou tendências positivas em todos os mercados", sobretudo na América Latina, tendo melhorado muito em Espanha e no Reino Unido “apesar do contexto”.

Sobre o Popular, Ana Botín assegura que confia que a aquisição deverá gerar um rendimento de 13-14% em 2019 e afirma que, desde a sua aquisição, o Santander avançou de “forma significativa”.

Em todo o grupo (presente atualmente em 10 mercados), o número de clientes vinculados aumentou em 1,9 milhões desde 30 de junho de 2016, somando já um total de 16,3 milhões.

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