Segundo Fanny Estrada, parte dos veículos estão na fronteira que liga o país às Honduras, enquanto outros estão bloqueados na parte sul do país, junto à fronteira com a Costa Rica e também no Panamá.

A representante da associação considera que este é um problema “muito sério”, uma vez que as exportações centro-americanas são essenciais para o comércio da região.

Em declarações à agência de notícias espanhola EFE, a especialista disse que neste momento estão a ser estudadas soluções alternativas, tais com a via aérea e marítima, apesar de ser mais caro: “O que estamos a pensar fazer é encontrar alternativas para que as mercadorias possam entrar, mesmo que a Nicarágua se mantenha isolada”, sublinhou.

Faz hoje 54 dias que a Nicarágua vive a crise sociopolítica mais sangrenta das últimas décadas, tendo-se já registado 139 vítimas, segundo os dados mais recentes do centro Nicaraguense de Direitos Humanos.

Os protestos contra o presidente Daniel Ortega e a sua mulher e vice-presidente, Rosario Murillo, com acusações de corrupção e abuso de poder, começaram no passado dia 18 de abril, quando começaram a exigir que abandonassem o poder, que ocupam há onze anos.

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