A indicação foi avançada hoje pela Agência de Notícias de Moçambique (AIM), que cita o ministro da Indústria e Comércio moçambicano, Ragendra de Sousa, que salientou estarem ainda em curso os preparativos do encontro.

Segundo a AIM, a III cimeira vai decorrer num contexto de crise financeira e económica em Moçambique, agravada pelo corte de fundos de apoio direto ao Orçamento Geral do Estado (OGE) moçambicano por parte do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do grupo de 14 doadores (G14), incluindo Portugal, na sequência da descoberta das dívidas ocultas contraídas pelas empresas Ematum (Tunamar), ProIndicus e MAM.

O FMI e o grupo de 14 doadores para o OGE moçambicano suspenderam, em 2016, a transferência de fundos na governação do Presidente Armando Guebuza, recorda a agência noticiosa moçambicana.

A cimeira bilateral, lembra a AIM, será a primeira a realizar-se durante a presidência de Filipe Nyusi, estando previsto que a delegação portuguesa será liderada pelo primeiro-ministro, António Costa.

A II Cimeira Portugal-Moçambique também decorreu em Maputo (março de 2014, durante a qual foram assinados vários acordos de cooperação nas áreas das Pesca e Aquacultura, Agricultura, Defesa, Saúde, Educação, Transportes Marítimos, Portos, Águas e Saneamento, entre outras.

A primeira cimeira realizou-se em novembro de 2011, em Lisboa.

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