A audiência de Rui Rio como o chefe de Estado, no Palácio de Belém, tinha sido agendada após o resultado das eleições diretas de 13 de janeiro no PSD, que ditaram a vitória do antigo autarca do Porto face ao adversário Pedro Santana Lopes.

Na sua intervenção no final do congresso do PSD, no domingo, Rui Rio defendeu também debates alargados no país sobre descentralização e a reforma do sistema da Segurança Social, embora sem apontar propostas concretas.


As imagens que marcaram o 37.º congresso do PSD


Propôs ainda o fortalecimento da classe média como “o principal foco de ação” de um partido social-democrata, a par do combate à pobreza.

Rui Rio será o último líder partidário a ser recebido pelo Presidente da República, que na semana passada ouviu os dirigentes do PAN (Pessoas-Animais-Natureza), PEV (Partido Ecologista “Os Verdes”), PCP, CDS-PP, BE e PS.

O chefe de Estado disse que iria “ouvir os partidos sobre o que é importante para Portugal no imediato e a prazo”.

“No imediato, como é que veem o orçamento para o ano que vem, o período que vai até às eleições e até ao termo da legislatura”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.

Sobre os temas a prazo, o Presidente da República deu o exemplo do “quadro financeiro plurianual, investimentos públicos a prazo, o chamado pós-2020″, querendo saber como é que os partidos “veem as prioridades no horizonte de 2030″.

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