“Estamos a pedir justiça à ONU”, gritaram os refugiados.

O drama humanitário faz hoje um ano e o seu epicentro foi no Estado de Rakhine, oeste de Myanmar, quando mais de 700.000 membros da minoria muçulmana rohingya forçam obrigado a fugir para o vizinho Bangladesh.

Myanmar, onde a população é maioritariamente budista, não reconhece esta minoria muçulmana como parte da sua população, cortando-lhe direitos fundamentais e impõe-lhe múltiplas restrições, nomeadamente a liberdade de movimentos.

Esta campanha de repressão do exército de Myanmar contra os rohingyas é classificada pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos como “uma limpeza étnica”, marcada por violações, assassínios e destruição das casas desta minoria entre 2016 e 2017.

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