Milhares de participantes na marcha “Nada está normal”, empunhando a bandeiras azuis e brancas da Nicarágua e cartazes de protesto contra o atual líder político, partiram do sudeste rumo ao centro histórico da capital do país centro-americano.

A crise político-social que se vive na Nicarágua provocou entre 317 e 448 mortos, consoante os relatos, sendo que o governo apenas confirma 198, os números mais graves desde a década de 1980, igualmente com Ortega no cargo.

Por seu turno, estava também marcada uma “caminhada pela justiça para as vítimas do terrorismo golpista”, numa rua central de Manágua, tendo sido convocados simpatizantes do governante da Frente Sandinista de Libertação Nacional e funcionários públicos e municipais.

Os protestos contra Ortega e sua mulher, a vice-presidente Rosario Murillo, começaram devido a umas reformas falhadas na Segurança Social, escalando para a exigência de renúncia dos mandatos.

Ortega está há 11 anos seguidos no poder, enfrentando diversas acusações de abusos e corrupção.

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