O Presidente norte-americano, Donald Trump, apoiou fortemente Israel durante o seu mandato de quatro anos, declarando Jerusalém a capital do Estado judaico, tolerando colonatos israelitas em territórios palestinianos e pressionando países árabes para normalizarem relações com Israel.

“Criar fatos unilateralmente não nos ajudará nesta situação já difícil. Mas também nenhuma porta deve ser fechada, tendo em conta os desenvolvimentos nos Estados Unidos”, afirmou aos jornalistas o chefe da diplomacia alemã, Heiko Maas, depois de uma reunião com o homólogo palestiniano em Berlim.

Maas não explicou com que medidas unilaterais estava preocupado, mas na segunda-feira o seu gabinete criticou a convocatória pública de Israel para a construção de colonatos em Jerusalém oriental como um “passo que envia o sinal errado na hora errada”.

O ministro observou que o Presidente eleito dos EUA, Joe Biden, concorda com a posição da Alemanha de que uma solução negociada de dois Estados deve ser a base para as negociações de paz entre as partes.

O ministro dos Negócios Estrangeiros palestiniano, Riyad al-Maliki, disse que vê na eleição de Biden “uma janela de oportunidade” que quer “aproveitar para abrir realmente uma nova página”.

Al-Maliki acrescentou que a Palestina sofreu “tremendamente com as políticas de Trump”.

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