Afonso Camões recordou que Freitas Cruz foi o seu “primeiro diretor” em 1979 no antigo jornal O Primeiro de Janeiro, e descreveu o ex-administrador do JN como “um dos capitães da indústria na imprensa” e o responsável “pela introdução do ‘offset’ e da paginação eletrónica nos jornais e na televisão”.

“Foi o arquiteto das emissões internacionais da RTP”, disse.

Freitas Cruz iniciou a sua carreira de jornalista em novembro de 1955 no Jornal de Notícia, meio de comunicação onde, em 1981, assumiu as funções de diretor.

Em 1985 aceitou o pedido de requisição para presidir ao Conselho de Gerência da RTP, tendo regressado ao JN dois anos depois.

Em 1991 chegou a presidente do Conselho de Administração do JN, cargo que exerceu até 1993, altura em que saiu para a televisão pública para desempenhar funções idênticas.

Freitas Cruz foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.

O corpo está em câmara ardente na capela mortuária da igreja de Gulpilhares, Vila Nova de Gaia, e o funeral realiza-se sábado, pelas 11:00.

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