O movimento está ainda a analisar e "validar com calma" as mais de dez mil assinaturas recebidas para formalizar a Iniciativa Liberal como partido.

Contudo, durante a próxima semana, antes de uma conferência sobre a Europa que irá decorrer no dia 16 de setembro, em Lisboa, as mesmas serão entregues no TC, disse Rodrigo Saraiva, um dos promotores da Iniciativa Liberal.

O movimento organiza a conferência "The Future of European Democracy Summit - Innovation for a free and fairer society" que irá contar com o apoio do Grupo Europeu dos Partidos Liberais (ALDE), e este "relacionamento europeu" é uma das prioridades da Iniciativa Liberal, segundo Rodrigo Saraiva.

"Relativamente a eleições o nosso calendário é começar em 2019", ano de europeias e legislativas, revelou ainda.

De todo o modo, no congresso do ALDE, em dezembro, o movimento gostaria já de marcar presença como partido político, adiantou.

No que refere ao posicionamento político da Iniciativa Liberal, a ideia passa por ultrapassar a "visão clássica de esquerda e direita", até porque, defendeu Rodrigo Saraiva, "hoje o que divide a sociedade é mais quem acredita numa sociedade global e cooperante e quem quer voltar a fechar fronteiras".

"E não temos dúvidas que a criação de muros, físicos ou virtuais, não faz sentido. Somos portugueses, mas também europeus. E cidadãos do mundo. E atuaremos sempre na convergência dos pilares político, social e económico. Liberais sempre nestes três pilares", declarou.

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