Shane MacGowan estava doente há vários anos, e tinha tido alta hospitalar na semana passada, depois de ter sido diagnosticado com uma encefalite.

O músico, que nasceu no dia de Natal em 1957, ficou conhecido, sobretudo, pelos The Pogues, uma banda punk rock, com influências da música tradicional irlandesa, que cofundou nos anos 1980, e pelo tema “Fairytale of New York”, com Kirsty MacColl, votado como a canção de Natal mais popular do Reino Unido.

Os The Pogues foram formados em Londres, para onde MacGowan se tinha mudado, integrando o movimento punk que estava a emergir na cidade em finais dos anos 1970.

A presença nos The Pogues foi intermitente, até por causa dos conhecidos problemas de Shane MacGowan com álcool e drogas, mas o grupo teve o pico de sucesso entre os anos 1980 e 1990 e o músico tornou-se uma figura de culto na música irlandesa e inglesa.

A banda assinou canções como “Sally MacLennane”, “Dirty Old Town” ou “Fiesta”, vertida para português como “Festa” pelos Despe & Siga.

Shane MacGowan ainda passou por outros projetos, como The Nipple Erectors, Shane MacGowan and The Popes e o mais recente The Shane Gang.

Em 2001 publicou a autobiografia “A Drink with Shane MacGowan” (“Um copo com Shane MacGowan”, em tradução livre), coescrito com a mulher, Victoria Mary Clarke, e na qual recorda, por exemplo, os primeiros episódios de infância, em que a família lhe dava bebidas alcoólicas e o pai o levava a bares.

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