Segundo o Expresso, a menina nasceu prematura, com 34 semanas e dois dias, e apresentava sintomas graves associados à covid-19, nomeadamente pneumonia e falta de ar. A bebé foi ventilada e internada nos cuidados intensivos, onde ainda se encontra.

É ainda referido que está a recuperar e que continua a testar positivo à covid-19. A mãe também está internada no Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa.

Até ao momento não são ainda conhecidos muitos casos de transmissão no útero no mundo. Este caso está a ser acompanhado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Insa) e será depois publicado numa revista internacional da especialidade. Ao Expresso, Rita Perez, médica e presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar Lisboa Ocidental, explicou o que está em causa. "Temos provas de que houve transmissão vertical congénita in utero, através de uma amostra de sangue retirada da criança, muito pouco tempo após o nascimento", frisou.

O Insa tinha já anunciado estar a preparar um estudo sobre mães e recém-nascidos, de forma a perceber se uma mãe que tenha estado infetada pode ou não transmitir anti-corpos ao bebé.

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